segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Chia - Novas Descobertas de um Super Alimento

Novas pesquisas tornam a Chia indispensável na nossa alimentação diária,   tornando-se um super alimento.   
Distribuida em São Lourenço e Regiâo  pelo Empório Delícias – já se tornando referência em Alimentação Funcional -  a chia é conhecida lá fora como parte importante de uma alimentação saudável e balanceada. De acordo com a nutricionista da Unidade de Doenças Cardiovasculares da Pontifícia Universidade Católica do Chile, Carolina Chica, pesquisadora do grão há quase dez anos, “a chia dispõe de uma grande quantidade de ômega 3, além de proteínas de alto valor biológico, fibras e antioxidantes, o que confere ao alimento um poderoso aliado no combate aos radicais livres. Além disso, a chia possui ação anti-inflamatória e grande capacidade de absorção de glicose, ideal para a prevenção do diabetes e controle da insulina”.
 A aparência do grão de chia é próxima ao gergelim, porém com uma coloração mais escura. Uma de suas vantagens é que pode ser consumido em sua forma natural, sem a necessidade de trituração para obter seus nutrientes, como exigem alguns outros grãos. Pode ser utilizado no preparo de bolos, pães e massas, além de ser normalmente consumido com cereais matinais, sopas, saladas, iogurtes, sucos, vitaminas, frutas, etc. “A grande vantagem da chia é a sua praticidade. Você pode consumi-la em sua forma natural, sem a necessidade de triturar ou moer para obter a liberação do ômega 3. A recomendação diária de ingestão é de 1 colher de sopa”, afirma Carolina.
O alimento tem uma história curiosa. De acordo com a nutricionista, o grão era uma das principais fontes de alimentação dos povos andinos da era pré-colombiana, com plantio desde 2600 a.C. Era cultivado no México e na Guatemala e consumido principalmente pelos maias e astecas para aumentar a resistência física. No entanto, a chia também estava atrelada a rituais sagrados e servia como oferenda aos deuses dessas civilizações, o que despertou a ira de espanhóis católicos que viam a cerimônia como um ritual pagão. Com isso, seu cultivo foi extinto por séculos e só foi retomado no início da década de 90 por um grupo de pesquisadores argentinos em parceria com a Universidade do Arizona (EUA). Desde então, os cientistas têm se voltado para pesquisas com o grão.
Hoje a chia pode ser encontrada na alimentação dos povos norte-americanos, canadenses, japoneses, australianos, mexicanos, chilenos e de grande parte da América Latina. Estudos científicos apontam seus benefícios na prevenção e no controle de diabetes, colesterol, hipertensão, controle de peso, câncer de mama, entre outros. No entanto, devido a sua grande carga de ômega 3, novos estudos surgem a cada dia apontando novos benefícios para a saúde. A fibra também é outro ponto importante a se considerar nesse superalimento. Em torno de 40% são fibras dietéticas, sendo 36% de fibra insolúvel e 5% de fibra solúvel. 
Veja a lista de estudos científicos apontados pela especialista Carolina Chica:
 Prevenção e controle de problemas cardiovasculares
As doenças cardiovasculares constituem a principal causa de mortalidade no mundo. Elas são influenciadas por um conjunto de fatores de risco relacionados ao estilo de vida, como dieta inadequada e ausência de prática regular de exercícios físicos. O consumo de chia pode controlar os níveis de glicemia (quantidade de açúcar no sangue), melhora do perfil lipídico (gordura do corpo), a função endotelial (células que revestem os vasos sanguíneos e o coração), a coagulação e o status de ferro. Dessa forma, pode auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares, conforme o estudoEfeito da chia triturada e do óleo de chia no colesterol plasmático, HDL, LDL, triglicerídios e de ácidos graxos na dieta de ratos publicado no Nutrition Research em 2005. “Entre seus inúmeros benefícios, a chia ajuda a diminuir o colesterol ruim, o LDL, e contribui no aumento do colesterol bom, o HDL. Essa é uma das principais vantagens do grão, já que não existe atualmente uma gama de alimentos com essa função”, explica Carolina. Além disso, o consumo regular de chia pode ajudar a normalizar a pressão arterial. “A hipertensão é classificada como uma doença inflamatória, portanto, o consumo regular de chia pode ajudar a normalizar essa condição. Sua propriedade anti-inflamatória provém da grande quantidade de ômega 3 contida no grão”, afirma Carolina.
 Controle do diabetes
 De acordo com o estudo Dieta com grão de chia rica em ácido alfa-linolênico melhora a adiposidade, normaliza a hipertrigliciridemia e a resistência à insulina em ratas dislipidêmicas publicado no British Journal of Nutrition em 2008, em cinco meses de testes houve uma diminuição significante na adiposidade visceral relativa ao peso corporal após o consumo regular de chia, além da normalização da resistência à insulina. A resistência à insulina pode levar ou agravar ainda mais o estado de obesidade de um indivíduo, pois o aumento da secreção de insulina pode aumentar ao nível de gordura nas células. O estudo Mecanismos de resistência à insulina em obesos humanos: evidências do receptor e falhas do pós-receptor publicado no The Journal of Clinical Investigation em 1990, já indicava que a resistência à insulina gerava importantes implicações metabólicas. Quanto mais resistente à insulina for o indivíduo, maior a chance do indivíduo desenvolver anormalidades biológicas. “A chia possui um baixo índice glicêmico, ou seja, evita picos de açúcar no sangue que levam a hipoglicemia ou hiperglicemia, comuns aos diabéticos. O consumo regular de chia favorece um nível de glicose mais adequado a esse tipo de paciente, além de contribuir na diminuição da resistência à insulina”, explica Carolina.
 Prevenção da obesidade e controle de peso
 Diversos estudos apontam os mecanismos de ação das fibras para o aumento da saciedade. Ao interagir com os líquidos do estômago e intestino, as fibras solúveis formam uma matriz gelatinosa e viscosa que garante o aumento do volume do bolo alimentar, prolongando o tempo de absorção da glicose e promovendo o aumento da saciedade. Desde a década de 70 isso tem sido demonstrado cientificamente conforme as pesquisas Efeito do gel de fibras no esvaziamento gástrico e a absorção de glicose e paracetamol publicada no Lancet em 1979 e Dieta com fibras, semelhantes de fibras e tolerância à glicose: importância da viscosidade, publicada no British Medical Journal em 1978. “As fibras solúveis disponíveis na chia ajudam a formar um bolo alimentar que proporciona uma sensação de saciedade. Isso não significa que o indivíduo vá necessariamente perder peso com o consumo de chia, mas pode levar a isso por oferecer uma sensação maior de plenitude”, diz Carolina. Além disso, o ômega 3 cumpre um papel importante no controle de peso por sua característica anti-inflamatória. Alguns estudos apontam a obesidade como uma doença inflamatória, ou seja, as células ficam inflamadas e aumentam de tamanho, caracterizando o excesso de peso. O ômega 3, por sua vez,  age diretamente nessas células, buscando a correção do problema e a prevenção de novas incidências.
Melhora da função intestinal
De acordo com o livro Suplementação Funcional Magistral: dos Nutrientes aos Compostos Bioativos publicado em 2008 pela VP Editora, as fibras insolúveis, em função de sua capacidade de absorver água, aceleram o trânsito intestinal e aumentam o peso das fezes, resultando em maior consistência e frequência de evacuação. Já as fibras solúveis, além de também absorverem água, são matérias-primas de fermentação bacteriana, contribuindo para uma microbiota saudável. Nesse sentido, conclui-se que a chia pode ser uma importante coadjuvante na manutenção da saúde intestinal, contribuindo para a redução do risco de desenvolvimento de doenças. “Para as pessoas que possuem alguma irregularidade no trânsito intestinal, como constipação, as fibras encontradas na chia pode contribuir na melhora da função do intestino. É importante lembrar que, para que isso aconteça, é fundamental consumir bastante água ao longo do dia para ajudar no esvaziamento gástrico”, ressalta Carolina.
 Câncer de mama
De acordo com o estudo Efeito do óleo de chia rico em ácido graxo ômega 3 isento de eicosanoide, apoptose e infiltração do linfócito-T tumoral em adenocarcinoma de glândulas mamárias publicado na Revista Prostaglandins, Leukotrienes and Essential Fatty Acids em 2007, o consumo regular de chia pode contribuir no controle da proliferação de tumores e metástase de câncer de mama. Além disso, alguns estudos apontam que uma dieta rica em ômega 3 pode atuar sobre determinados tipos de câncer. Estudos epidemiológicos têm sugerido que indivíduos que consomem dietas ricas em ômega 3 têm uma menor prevalência de alguns tipos de câncer. Segundo estudo Os efeitos dos lipídios e a resposta imunológica de pacientes com câncerpublicado em 2000 no Journal of Nutrition, Health & Aging, o ômega 3 pode ter efeito antitumoral por meio de sua imunomodulação, ação anti-inflamatória e inibição direta da proliferação celular de tumores. “O consumo regular de chia pode prevenir a metástase do câncer de mama e diminuir o crescimento do tumor. Além disso, uma dieta rica em ômega 3 previne outros tipos de câncer devido sua propriedade  antioxidante que combate os radicais livres – substâncias que em excesso são prejudiciais ao nosso organismo levando ao envelhecimento precoce e as doenças degenerativas, entre elas o câncer, Mal de Parkinson, Mal de Alzheimer, entre outros”, ressalta Carolina.
 Chia – importante fonte de ômega 3 de origem vegetal
 O ômega 3 é um ácido graxo essencial. Trata-se de uma gordura importante para o organismo, mas que apesar de necessária não é produzida pelo corpo humano. Em geral, os ácidos graxos essenciais regulam as funções do organismo e contribuem para a absorção de vitaminas, para a síntese de hormônios e previnem doenças cardiovasculares. O ácido graxo ômega 3 tem um papel essencial nas membranas do sistema nervoso e é muito importante para o sistema cardiovascular. Ele impede a formação de trombos, faz com que o sangue flua melhor e protege a camada do endotélio. Além disso, cumpre uma função importante na parte elétrica do corpo como o coração, a retina e também na capacidade de aprendizado do indivíduo como a atenção e a memória. O ômega 3 se deposita nas membranas das células neurais, promovendo um melhor desempenho intelectual. Alguns ensaios mostram que determinadas populações que fazem uso frequente de ômega 3 em sua alimentação têm muito mais facilidade de aprender do que os povos com uma alimentação pobre em ômega 3. 
fonte: Herbarium.
 

 

domingo, 26 de agosto de 2012

sábado, 25 de agosto de 2012

A Semente de Abóbora e Seus Benefícios

A semente de abóbora pode ser considerada um reforço para quem deseja perder uns quilinhos. Ela contém fibras, que diminuem a fome, além de melhorar a função intestinal.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Novos Produtos




O Empório Delícias e a Maxifour, tradicional  importadora, indústria e distribuidora de produtos alimentícios, trazem para os consumidores de São Lourenço, os deliciosos produtos do Líbano e de outros países Mediterrâneo, com os melhores preços da região.
           

Venha degustar essas maravilhas no Empório Delícias


sábado, 18 de agosto de 2012

A Mostarda e seus Benefícios

Grãos de Mostarda: Benefícios




  • Os benefíicios do grão de mostarda incluem propriedadesanticancerígena e antiinflamatória.
  •  Sendo uma grande fonte de selênio e magnésio, ao reduzirem inflamações, agem diretamente na redução de  artrite reumatóide easma.
  • As sementes contém isotiocianatos, conhecido pelos seus efeitosanticancer.
  • Outros elementois e nutrientes úteis que podem ser encontrados no grão de mostarda são cálcio, ferro, manganês, fósforo, zinco, niacina, fibra alimentar e ômega 3, que pode diminuir os níveis de colesterol  e nos proteger de doenças do coração.
  • Atualmente este remédio natural também é conhecido comoantifungicida e antiséptico.
  • Derivados do grão da mostarda também foram usados para acelerar o metabolismo e  melhorar as funções do sistema digestivo.
  • Um dos mais importes benefícios à saúde é diminuir a frequência de enxaquecas.
  • Derivados de mostarda, principalmente seu óleo foram usado efetivamente durante séculos por diminuir pressão alta e prevenir arteroesclerose.
  • Massagear o couro cabeludo com óleo de mostarda melhora a qualidade e previne a queda de cabelos.
  • Uma propriedade interessante da mostarda é estimular a salivação eabrir o apetite.
  • Pra terminar, a mostarda é ótima fonte de energia e seus derivadosmelhoram seu sistema imunológico, acabam com a insônia, bem como trata problemas de ansiedade, disordens psicológicas, efeitos do stress e depressão, bronquite, disfunções sexuais, sintomas da menopausa e outros.
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sábado, 11 de agosto de 2012

Alimentos Orgânicos

 Conheça os motivos para consumi-los

Muito tem se falado sobre os alimentos orgânicos, aqueles produzidos de acordo com padrões determinados de qualidade e nutrição. Segundo a nutricionista Adriana Moreira, dizer que um alimento é orgânico significa que os produtos foram cultivados sem uso de pesticidas convencionais, fertilizantes artificiais, além de serem processados sem radiação ionizadora ou aditivos. Mas quais são os motivos para escolher e pagar mais caro por eles? Conheça.

1. Alimentos orgânicos fazem bem à saúde
Todo alimento orgânico é produzido sem o uso de fertilizantes, pesticidas e agrotóxicos. Nosso organismo absorve resíduos dessas substâncias presentes nos alimentos que fazem mal à saúde e contribuem para a perda da nossa energia vital

2. Alimentos orgânicos protegem a qualidade da água
Os pesticidas utilizados na agricultura convencional podem invadir o lençol freático poluindo rios e lagos. A agricultura orgânica é um método de produção de alimentos baseados em processos que não agridem a natureza.

3. São mais saborosos e mais nutritivos
Por não conterem produtos químicos, o solo onde o alimento orgânico é plantado é intacto, produzindo alimentos mais saborosos e nutritivos quando comparado aos produzidos de forma convencional. Experimente, o sabor e aroma são bem mais acentuados.

4. Todos podem consumir
Gestantes, lactantes, crianças, adolescentes e idosos podem consumir alimentos orgânicos.

5. Alimentos orgânicos são certificados
Felizmente a agricultura orgânica é definida por lei e regulamentada pelo governo. A qualidade de um produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação, que garante ao consumidor a procedência e aquisição de um produto saudável, isento de qualquer resíduo tóxico. No Brasil este selo é fornecido pelo IBD (Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural).

6. Respeitam o meio ambiente
O alimento orgânico preserva a fertilidade do solo, a qualidade da água, a vida silvestre, assim como os demais recursos naturais e assim restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal, criando ecossistemas saudáveis. Seu sistema de produção respeita as leis da natureza.

7. Alimentos orgânicos são facilmente encontrados
Em feiras livres, supermercados e sacolões já podemos encontrar diversos alimentos orgânicos. Se não for possível você consumir tudo orgânico por serem mais caros, minha dica é trocar principalmente aqueles de uso diário. Os alimentos que possuem mais agrotóxicos são: pimentão, tomate, morango e alface. Observação: atenção com os locais de compra. Em ambientes abertos, ficam expostos a contaminação.

8. Grande variedade
Além das frutas, verduras e legumes, mercado de produtos orgânicos se ampliou e ganhou novos itens, como: sucos, soja, laticínios, óleos, doces, açúcar branco e mascavo, palmito, pães, carnes e frango, biscoitos, molhos, café, mel, pratos prontos congelados, frutas desidratadas, chás, guaraná em pó e barra de cereais.

O consumo de produtos orgânicos é uma alternativa para quem está atento com a qualidade da sua alimentação, com sua saúde e com a preservação do meio ambiente.

Fonte: UOL. Fonte da Imagem: i9 artigos.

sábado, 4 de agosto de 2012

Retarde o Envelhecimento.....

Retarde o envelhecimento comendo uma castanha por dia

Uma castanha por dia, não mais do que isso, garante as doses de selênio de que seu corpo precisa para preservar cada célula,botar para fora possíveis substâncias tóxicas e viver maispor DIOGO SPONCHIATO

Cabe na palma da sua mão, e ainda sobra um espaço e tanto, a arma que vai superproteger as unidades microscópicas do seu organismo. Em segundos, ao mastigar uma única castanha-do-pará, você recarregará os níveis de um mineral extremamente importante para uma vida longa e saudável: o selênio. A pequena oleaginosa repõe a quantidade do nutriente necessária para dar combate ao envelhecimento celular, causado pela formação natural daquelas incansáveis moléculas que danificam as células, os radicais livres.

Um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, atesta que a ingestão diária de duas castanhas-do-pará recentemente rebatizadas castanhas-do- brasil eleva em 65% o teor de selênio no sangue. Mas provavelmente os neozelandeses não usaram o legítimo produto brasileiro. Ora, nós somos sortudos. É que as castanhas produzidas no Norte e no Nordeste do país são tão ricas em selênio que bastaria uma unidade para tirar o mesmo proveito. A recomendação é de que um adulto consuma, no mínimo, 55 microgramas por dia, diz a nutricionista Bárbara Rita Cardoso, pesquisadora do Laboratório de Minerais da Universidade de São Paulo. E com uma unidade da nossa castanha já é possível encontrar bem mais do que isso de 200 a 400 microgramas do bendito selênio. Aliás, o limite de consumo diário do mineral é de 400 microgramas, portanto, não vá com muita fome ao pote. No caso de uma criança, meia castanha seria suficiente, afirma Silvia Cozzolino, presidenta da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição.
E por que toda essa fama do selênio? Ele é essencial para acionar enzimas que combatem os radicais livres, responde Christine Thomson, a pesquisadora neozelandesa que investigou as propriedades da castanha. O selênio se liga a algumas proteínas já existentes em nosso corpo para formar essas enzimas antioxidantes, descreve, completando, Bárbara Cardoso. Na ausência dele, as tais enzimas fi cam sem atividade e, então, deixam de combater os radicais e ainda desguarnecem as defesas do organismo.
O mineral da castanha também teria um papel especial na proteção do cérebro. É que, com essa capacidade de acabar com a farra dos radicais livres, as células nervosas seriam preservadas, evitando o surgimento de doenças neurodegenerativas com a idade. Justamente por isso, a pesquisadora Bárbara Rita Cardoso começa a estudar os possíveis benefícios do selênio em portadores do mal de Alzheimer. A gente desconfia que nesses pacientes os radicais façam maiores estragos, diz ela.
A tireóide também funciona melhor na presença do selênio, acrescenta Christine Thomson. Isso porque, se não houver esse elemento, ela não consegue produzir direito seus célebres hormônios. O mineral também está intimamente associado à capacidade de o organismo se livrar de substâncias tóxicas, ajudando-o inclusive a expulsar possíveis metais pesados que se alojam nas células. 
Apesar de tudo isso, o badalado selênio deve ser apreciado com moderação. Quando os especialistas recomendam uma castanha diária, é para segui-lo à risca. Acredite: o conselho não é nem um pouco mesquinho. Esse consumo ideal e comedido é que faz todas essas enzimas que dependem do nutriente trabalharem de forma adequada, diz Bárbara. Em excesso, o selênio não vai potencializar sua ação. E o pior: mais cedo ou mais tarde, o exagero rotineiro vai revelar o lado negro da substância. Sim, ele existe: a toxicidade. Ela acontece se a pessoa ingerir mais de 800 microgramas por dia, adverte Silvia Cozzolino. É que o selênio tem efeito cumulativo, emenda Christine Thomson.
Isso não significa que abusar das deliciosas castanhas em uma happy hour com amigos traga grandes ameaças. De vez em quando, dá até para superar a quantidade recomendada. O perigo é comer essas oleaginosas além da conta todo santo dia. Quem experimentar ataques sucessivos de gula poderá sentir dor de cabeça, ficar com as unhas fracas e ver seus cabelos caírem. Mas, em geral, quem come dez castanhas hoje não vai se empanturrar delas amanhã, usa a lógica a expert em nutrição Silvia Cozzolino. No máximo, o preço desse pecado será um mau hálito parecido com o bafo de alho acredite!
Não corre o mesmo risco quem comer, vez ou outra, algum prato que leve a castanha na receita até porque, seja doce ou salgado, difi cilmente uma porção reunirá tantas unidades assim. E saiba: nem o fogão nem a geladeira conseguem detonar as reservas de selênio. No dia-a-dia, porém, nada melhor do que a praticidade de botar na mochila, no bolso ou na bolsa a sua estrela solitária. É saúde na medida certa!
Para chegar à quantidade de selênio de uma castanha-do-pará (de 5 gramas), você teria que consumir, em média, o equivalente a...


3 filés de frango (100 gramas cada um) 
16 pães franceses (50 gramas cada um) 
100 copos de leite (200 mililitros por copo) 
10 ostras (33 gramas cada uma) 
3 latas de sardinha em conserva (130 gramas cada uma)